quinta-feira, 26 de maio de 2011

Gincana de Gnética(tarefa 9)

 Experiência postada pela aluna
No dia 19 de maio nós, alunos do curso de odontologia da leão Sampaio da turma 106.1, fizemos uma visita a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Juazeiro do Norte.
Fomos conhecer o local, e entender um pouco sobre este projeto tão bonito que visa à integração e a defesa dos direitos e alcance das potencialidades de pessoas com deficiência.
A APAE foi fundada em 25 de abril de 1971 pela senhora Zuila Moraes, impulsionada pelo desejo de ajudar seu filho portador de Síndrome de Down. Quem possui alguém com alguma síndrome na família sabe bem o que ela pode ter sentido, não quanto a qualquer limitação do indivíduo possuidor da síndrome, seja qual for, mas a limitação da sociedade, tanto quanto ao acesso a serviços como a saúde e atendimento escolar, como quanto às limitações voltadas a aceitação e o entendimento dos que o cercam.
A APAE nasceu com a missão de promover e articular medidas de Âmbito municipal que visem assegurar os direitos das pessoas com deficiência, favorecendo a sua inserção social enquanto cidadãos, promovendo o
Trabalho de arte dos meninos da APAE
envolvimento familiar e social, estes por meio de projetos inseridos, alguns nos sendo apresentados por Vanda, coordenadora que nos mostrou o local e contou um pouco da história da instituição.
Há diversos projetos e profissionais envolvidos nestes. Oficinas de arte (Eu vi os resultados, e são incríveis mesmo) que abrangem pintura (Quadros espetaculares, imagens ao lado), teatro (tive o privilégio de assistir a um ensaio de uma peça), biscuit (claro de diversos alunos levaram uma amostra para casa, incluindo eu!) música (Muito legal por sinal) dentre outras.
O produto das oficinas é comercializado em feira semanal promovida pela Prefeitura de Juazeiro do Norte. A partir do destaque nas aulas de música, teatro e dança surgiu à idéia de utilizar este recurso como instrumento facilitador do desenvolvimento em outros aspectos. O grupo lançou, em 2003 o CD “Meninos da APAE” (Já tenho o CD! ^^), tendo ampla repercussão em diversas Hoje, é notória a evolução dos alunos e demais clientes desta instituição, com relação à socialização, auto-estima e diversas outras atividades da vida diária.
Alguns eventos acontecem a cada dois anos, são eles: O FESTIVAL NOSSA ARTE, as OLIMPÍADAS APAEANAS e o CONGRESSO NACIONAL DAS APAES.
Todas as potencialidades são trabalhadas, e a mostra disso foi a nossa recepção, com um grupo de dança que encantou a todos, por sua ginga e espontaneidade além de uma coreografia bem trabalhada com músicas tipicamente nordestinas (forró na veia!)

Além de beneficiar A população da região de Juazeiro, outros 10 municípios também são assistidos pelo setor clínico da APAE: Barbalha, Missão Velha, Jardim, Crato, Milagres, Antonina do Norte, Grangeiro, Caririaçu, Araripe e Lavras da Mangabeira.
Há uma parceria ainda da APAE com a Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (FMJ), através de um grupo de alunos supervisionados pela médica geneticista Dra. Erlane Marques Ribeiro, que desenvolvem o Projeto “Vivendo com três 21”, que constas de encontros mensais com as mães de crianças com Síndrome de Down.
O setor clínico é o responsável pelos encaminhamentos dados aos alunos da escola ou pacientes da clínica, para serviços especializados não disponíveis na instituição. Entre os principais diagnósticos médicos confirmados, atendem-se pacientes com Síndrome de Down, Síndrome do X-Frágil, Síndrome Alcoólica Fetal, Síndrome de Moebius, Síndrome de Williams, Síndrome de Dandy-Walker, Síndrome de Asperger, Síndrome de West, Kernicterus, Autismo, Seqüelas de meningite, Neurocisticercose, Paralisia cerebral, Hiperatividade, Hidrocefalia, Mielomeningocele, Microcefalia, Macrocefalia, Dentre outras síndromes, algumas ainda a esclarecer. São mais de 560 pessoas com deficiência atendidas, 80 funcionários e tem como presidente José Wilson Alves Coutinho.
Há ainda projetos para a captação de recursos o Sistema de TELEMARKETING, o programa APAENERGIA e SUA NOTA VALE DINHEIRO.
Então, quem quiser saber mais sobre a instituição e quem sabe ajudar na realização, quer seja como profissional, quer seja com recursos, pode visitar através do endereço: AV. LEÃO SAMPAIO, S/N, LAGOA SECA – JUAZEIRO DO NORTE –CE; Telefone: 3571 5868 3571 1387 (fone fax); Ou visitar a página na web, que conta mais detalhes sobre os projetos e os profissionais envolvidos(e da qual retirei muitas infirmaçãoes que neste texto constam).
http://juazeirodonorte.apaebrasil.org.br/

Esta vísita foi um marco para nós, alunos do curso. Mais do quê em qualquer aula prática, saímos de lá não somente mais cultos, mas mais cientes de nossa humanidade, mais abertos a diferenças e (parece descrepância, mas não é!)  mais ainda a igualdades.
Físicamente somos sim todos diferentes, e até mesmo irmãos gêmeos, genéticamente clones, possuem diferenças. O problema então nunca foi e nunca será as diferenças, mas sim as maneiras como passamos a enxergá-las, e como agimos em relação a isso, todo mundo possui alguma limitação, e potencial para desenvolver coisas maravilhosas, tanto para si como para a sociedade, e só precisam de uma chence e o incentivo certo. Só precisam que alguém acredite que são capazes de se superar.
A APAE  acredita nisso, e creio que a partir deste dia muitos alunos que ali sairão passaram também a acreditar.

Trabalhos de arte APAE.










Gincana de Genética(tarefa9).

Experiência de Geraldo Filho aluno da turma 105.1 na APAE.

APAE - Gincana de Genética


            A APAE é uma organização que tem como iniciativa o trabalho voluntário para cuidar de pessoas com necissidades especiais, visando com isso criar uma sociedade igual para todos. A APAE abriu as portas para nos mostrar como o cuidado deve ser mais cauteloso, são pessoas que necessitam de outras no cotidiano.
Uma experiência única que nos faz refletir sobre os problemas sociais nas cidades brasileiras. Onde se tem que procurar alguma maneira para que possamos deixa-las incluídas na sociedade sem discrimina-las. Essa é uma realidade que ainda estamos distantes mas que um dia poderemos alcançar, só precisamos tratar pessoas com sindromes e outros problemas de igual para igual.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Gincana de Genética (Tarefa 2).

Um dia na APAE de Jua. do Norte-CE.
Hoje dia 23 de maio de 2011 nós da turma de Odontologia 105.1 da Faculdade Leão Sampaio fizemos uma agradável visita a APAE de Juazeiro do Norte-CE,onde só veio a somar mais uma experiência tão incrível.
Pessoas as vezes tão discriminadas pela sociedade e até mesmo pelos seus próprios familiares nos fizeram ver
o quão fácil é conviver com suas limitações,precisando apenas de atenção e carinho dos outros.
Havia oficinas de pintura,com vários quadros pintados por eles próprios,de argila e de biscuit.Fomos também agraciados com uma bela apresentação de dança na qual eles também a vão apresentar em outras instituições.
Assim eu termino a minha breve descrição desse dia,ou melhor dessa nova experiência.E deixo aqui uma mensagem a você:não importa o quão difícil seja a situação em que você esteja existe sempre alguém em uma situação pior que a sua e nem por isso não é feliz,não vive bem.Deus é maior que todos os seus problemas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Charge!






Essa charge satiriza o que ainda teremos que aguentar!

Cuidado, você também pode ter mau Hálito!




30% dos brasileiros sofrem de halitose, que passa despercebido por quem tem este problema. Causas podem ser alterações metabólicas ou indícios de doenças.

Quem convive com alguém que tem mau hálito sabe como é constrangedor ter de avisar a pessoa sobre o problema. E o porcentual de brasileiros que tem halitose não é baixo: atinge 30% da população, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Halitose (ABHA). O problema, no entanto, não é considerado doença. É, na verdade, sinal para outras complicações de saúde como sinusites, doenças na gengiva e diabete. O mau hálito também tem causas metabólicas, como realizar exercícios físicos sem se hidratar ou ficar muito tempo sem comer.

O mau cheiro da boca é ocasionado por uma associação de fatores que geram uma produção maior de saburra (placa esbranquiçada) em cima da língua. Quase nunca são por falta de higienização. A maior quantidade de saburra se dá pelo aumento de bactérias na boca, que produzem o chamado composto sulfurado volátil, outro responsável pela halitose. A alteração da saliva, como pouca produção ou textura muito viscosa, também desencadeia o problema. Isso pode ocorrer por estresse, uso de medicamentos xerostômicos que diminuem a salivação (como remédios para pressão arterial e antidepressivos), estresse ou respiração bucal.

Raramente a pessoa com halitose percebe o mau cheio. Por isso o ideal é fazer o alerta. A ABHA conta com o SOS Mau Hálito, que avisa por meio de e-mail ou carta que a pessoa está com o problema. No ano passado, cerca de mil pessoas de várias partes do país foram alertadas por endereço eletrônico e 270 por carta. Quem entra em contato com a associação pode ficar despreocupado, já que o aviso vai em nome da ABHA.

Muitos procuram tratamento depois. A associação, porém, já presenciou casos de pessoas revoltadas. Teve um senhor que ligou e escreveu diversas vezes, indignado, querendo saber quem pediu para enviar o e-mail. Mas nunca revelam, tudo fica no sigilo.

Para o diagnóstico, o dentista faz um histórico médico e odontológico do paciente, testes com um aparelho que mede o composto sulfurado volátil (até 80, é considerado normal) e um exame para avaliar o fluxo salivar. O trabalho em parceria com outros profissionais da saúde é essencial. Se percebo que ele dorme muito com a boca aberta, encaminho para um otorrinolaringologista. E vice-versa.

Disfarce

Bala de hortelã, chicletes ou pastilhas não resolvem, somente escondem o mau cheiro por um curto período. Produtos para enxágue bucal não tratam e podem até piorar, caso contenham álcool na composição. Ele pode aumentar a descamação epitelial, o que deixa o hálito pior. A halitose matinal é normal e não deve preocupar. 100% das pessoas acordam com um pouco de saburra. Quando dormimos, nosso corpo mantém somente as funções essenciais. Com isso, ocorre uma diminuição da saliva e aumento das bactérias. O normal é que o mau hálito passe depois da higienização e de comer.

 

Cuidar da boca de meu bebê é necessário, pode machucar?

Ouvi outro dia o seguinte relato:
Um pediatra ao ser perguntado por uma mãe sobre como higienizar os sete dentes de leite de sua filhinha de 11 meses, respondeu: “Ah, em boca de criança não se mexe. Pode dar problema!!”
Não se toca, não se higieniza, os dentes não são escovados.
Agora me diga, em que planeta isso ocorreu?
Bem ao nosso lado! Portanto, vamos mudar a situação, vamos sair das trevas.

A verdade:

Bebês precisam ter a porta de entrada do organismo bem limpinha, operação que só pode ser realizada por adultos dedicados.
Agora, se não limparmos, o que pode ocorrer com essa pobre vítima? Doença! Cáries, gengivites, estomatites freqüentes, baixa de resistência, febre, impossibilidade de mastigar, e por aí afora. Com cuidados específicos, não alteraremos a flora bucal, apenas eliminaremos a placa bacteriana e se for o caso, faremos uso de recursos homeopáticos ou antroposóficos.

Só se cuida dos dentes das crianças a partir de 2 anos de idade?

Outra pérola comum: só pode ser tratada uma criança acima de dois anos de idade!

A verdade:

Bom, e aquelas crianças que nasceram com má formação nos dentes, e não conseguem comer e sentem dor?
Devemos sim observar desde o início a saúde bucal de nossas crianças, e leva-las ao odontopediatra sem medo, pois muitas vezes a criança por não saber se expressar como um adulto, não irá descrever um quadro de desconforto com todos os detalhes que se espera para levá-las ao dentista. Fique atento e leve seu bebê para sentir-se mais seguro!

Se a criança chorar durante o tratamento dentário vai ficar traumatizada?

Desde quando a criança se expressa por meio de discursos e aceita ficar parada, mesmo que seja por  alguns minutinhos? Leia mais sobre o tema  no site e cuide-se bem, para não incorrer em erros que podem levar crianças e famílias  ao sofrimento.
O que, mesmo profissionais da área que trabalham com óxido nitroso ou algum tipo de sedação e médicos anestesistas dizem?

A verdade:

Todos se negam a sedar ou submeter a  anestesia geral crianças pequenas, menores que sete anos. E cá entre nós, acima dessa idade, ela já tem que ser tratada de forma consciente, pois é isso que o mundo vai pedir para ela, ou seja, que lide com seus medos e inseguranças,  que confie, que aceite desafios e que finalmente se alegre com sua própria superação!!
Quando disserem que seu filho é muito agitado ou muito pequeno  para ser tratado em consultório, quando ele morder o dedo da dentista e ela ficar furiosa e encaminhá-lo para outro profissional que vá sedá-lo e disserem que ele vai ficar traumatizado se for tratado em consultório, reavalie a situação com calma.